Viagem Solitária

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A corajosa jornada do homem que se tornou símbolo da liberdade de gênero no Brasil Viagem solitária, livro que narra a corajosa jornada de um dos maiores símbolos da liberdade de gênero, chega em nova edição que homenageia a força e a trajetória de seu autor, João W. Nery (1950-2018), que, em 1977, foi o primeiro trans-homem a realizar uma cirurgia de redesignação sexual no Brasil. Quase dez anos depois do seu lançamento, ainda é um livro à frente de seu tempo. “Eu não conhecia ninguém igual a mim. Não era hétero, não era homo, era trans. Mas o que é ser trans? Eu não sabia. Eu só era diferente. Precisava me reinventar”, escreveu João. Seu livro, uma obra tecida com dor e com coragem que anuncia um mundo menos solitário para aqueles que não se enquadram entre as maiorias, é uma história de incompreensão, superação, autoafirmação, coragem e generosidade de um homem nascido preso a um corpo de mulher que, no fim, contra tudo e todos, se torna pai e ícone. Escritor e ativista pelos direitos LGBT, João W. Nery renunciou à carreira de psicólogo e professor universitário quando, adotando uma identidade falsa, decidiu lutar para poder ser aceito e respeitado como homem. E, não bastasse sua vida ser emocionante e admirável, ele ainda fez dela um ato político e se arriscou inúmeras vezes em prol da causa trans. Após a primeira edição de Viagem solitária, em 2011, João tornou-se referência nacional como ativista dos direitos humanos e pelo reconhecimento do transexual perante a sociedade e a justiça. Seu nome batiza o Projeto de Lei de Identidade de Gênero, proposta em 2013 pelos deputados Jean Wyllys e Erika Kokay. Sua luta segue hoje nas mãos de sua esposa, seu filho e milhares de transexuais espalhados pelo Brasil. Viagem solitária é uma leitura sensível e comovente para todos aqueles que prezam pela liberdade e a diversidade – parte da essência da natureza humana. Como escreveu o mestre Antônio Houaiss, “leiam-no e humanizem-se”. A nova edição, revista, conta com apresentação inédita de Sheila Salewski, viúva do autor. “Maravilhosa narração autobiográfica... testemunho imprescindível... Para driblar uma lei que lhe negava o direito de ser ele mesmo, João teve que renunciar a tudo.” – Jean Wyllys, professor universitário e ex-deputado federal “João W. Nery é uma referência nacional não só por ter sido o primeiro trans-homem do Brasil (como aparece na mídia), mas também por sua generosidade e sua coragem em compartilhar sua experiência singular, mostrando-nos que é possível sermos o que desejamos, sem cedermos às constrições sociais que nos são impostas pela sociedade e pela cultura.” – Simone Ávila, pesquisadora em identidades de gênero e subjetividades
Detalhes do produto
Editora : Leya; 2ª edição (10 junho 2019)
Idioma : Português
Capa comum : 368 páginas
ISBN-10 : 8544107885
ISBN-13 : 978-8544107881
Dimensões : 20.4 x 13.4 x 1.6 cmDescrição do produto
Resenha Especializada
A corajosa jornada do homem que se tornou símbolo da liberdade de gênero no Brasil Viagem solitária, livro que narra a corajosa jornada de um dos maiores símbolos da liberdade de gênero, chega em nova edição que homenageia a força e a trajetória de seu autor, João W. Nery (1950-2018), que, em 1977, foi o primeiro trans-homem a realizar uma cirurgia de redesignação sexual no Brasil. Quase dez anos depois do seu lançamento, ainda é um livro à frente de seu tempo. “Eu não conhecia ninguém igual a mim. Não era hétero, não era homo, era trans. Mas o que é ser trans? Eu não sabia. Eu só era diferente. Precisava me reinventar”, escreveu João. Seu livro, uma obra tecida com dor e com coragem que anuncia um mundo menos solitário para aqueles que não se enquadram entre as maiorias, é uma história de incompreensão, superação, autoafirmação, coragem e generosidade de um homem nascido preso a um corpo de mulher que, no fim, contra tudo e todos, se torna pai e ícone. Escritor e ativista pelos direitos LGBT, João W. Nery renunciou à carreira de psicólogo e professor universitário quando, adotando uma identidade falsa, decidiu lutar para poder ser aceito e respeitado como homem. E, não bastasse sua vida ser emocionante e admirável, ele ainda fez dela um ato político e se arriscou inúmeras vezes em prol da causa trans. Após a primeira edição de Viagem solitária, em 2011, João tornou-se referência nacional como ativista dos direitos humanos e pelo reconhecimento do transexual perante a sociedade e a justiça. Seu nome batiza o Projeto de Lei de Identidade de Gênero, proposta em 2013 pelos deputados Jean Wyllys e Erika Kokay. Sua luta segue hoje nas mãos de sua esposa, seu filho e milhares de transexuais espalhados pelo Brasil. Viagem solitária é uma leitura sensível e comovente para todos aqueles que prezam pela liberdade e a diversidade – parte da essência da natureza humana. Como escreveu o mestre Antônio Houaiss, “leiam-no e humanizem-se”. A nova edição, revista, conta com apresentação inédita de Sheila Salewski, viúva do autor. “Maravilhosa narração autobiográfica... testemunho imprescindível... Para driblar uma lei que lhe negava o direito de ser ele mesmo, João teve que renunciar a tudo.” – Jean Wyllys, professor universitário e ex-deputado federal “João W. Nery é uma referência nacional não só por ter sido o primeiro trans-homem do Brasil (como aparece na mídia), mas também por sua generosidade e sua coragem em compartilhar sua experiência singular, mostrando-nos que é possível sermos o que desejamos, sem cedermos às constrições sociais que nos são impostas pela sociedade e pela cultura.” – Simone Ávila, pesquisadora em identidades de gênero e subjetividades
Sobre o Autor
João W. Nery (1950-2018) foi o primeiro trans-homem a realizar uma cirurgia de redesignação sexual no Brasil em 1977. Ativista pelos direitos LGBT e escritor, renunciou à sua carreira de psicólogo quando decidiu adquirir uma identidade falsa para poder ser reconhecido e respeitado como um homem pela sociedade. Após a primeira edição de Viagem solitária, publicada em 2011, João W. Nery tornou-se referência nacional como ativista por direitos humanos e na luta pelo reconhecimento do transexual. Em 2013 foi apresentado um projeto de lei pelos deputados federais Jean Wyllys e Erika Kokay em seu nome, “Lei João W. Nery, Lei de Identidade de Gênero”, e, em 2018, Nery (in memoriam) recebeu o prêmio Direitos Humanos, concedido pelo Ministério dos Direitos Humanos do Brasil.